Os motivos que levam uma mulher a praticar um aborto podem ser de várias naturezas, mas geralmente estão enraizados em dificuldades econômicas e despreparo psicológico para criarem um filho. As maneiras com que se faz um aborto também variam, todas sendo profundamente agressivas. A legalização do aborto não mantêm relações com ambas as características e é encarada com muito preconceito pela sociedade.
A vida começa no momento da fecundação, quando o feto se forma ou quando a criança nasce? Independentemente da religião, credo ou não credo, o aborto é um ato terrível. O óvulo fecundado pode ou não representar uma vida, mas sem dúvida abortá-lo é matar um futuro ser. Não é porque ele não sente dor que ele não perdeu sua vida. O aborto também não é uma decisão da mulher sobre o que fazer com seu corpo, dado que o feto que ela está gerando não faz parte de seu corpo, tem DNA próprio, é outro ser. Muitas mães são abandonadas pelos companheiros, não têm condições financeiras ou maturidade suficiente. Contudo, existem outras alternativas, como entregar o filho à adoção. Negar-lhe o direito à vida é repulsivo.
Isso posto, analisemos a prática do aborto: muitas vezes feito em condições insalubres, sem os equipamentos necessários, sem higiene e sem o acompanhamento de um profissional que garanta a segurança da mulher. O que era para ser uma morte cruel pode se transformar em duas. Exposta a toda sorte de infecções e complicações, a mulher corre o risco de morrer durante o procedimento mal feito. A legalização do aborto garantirá às mulheres o cuidado necessário com sua saúde e minimizará as perdas humanas. Não aumentará o número de abortos feitos, pois quem não tem coragem de matar um filho que ainda nem nasceu não o fará, independentemente de ser um crime ou não. Assim também será possível abrir uma discussão na sociedade a respeito do aborto e trabalhar em cima da conscientização das mulheres, tanto com relação a controle de natalidade, quanto à desumanidade do aborto. Sendo ilegal, torna-se um tabu. E nenhuma sociedade avança estando minada por bolsões de assuntos restritos e não esclarecidos.
Ser contra o aborto é diferente de ser contra sua legalização. Legalizar não estimula o aborto, mas minimiza as maneiras perigosas e ameaçadoras com que são feitos.
A vida começa no momento da fecundação, quando o feto se forma ou quando a criança nasce? Independentemente da religião, credo ou não credo, o aborto é um ato terrível. O óvulo fecundado pode ou não representar uma vida, mas sem dúvida abortá-lo é matar um futuro ser. Não é porque ele não sente dor que ele não perdeu sua vida. O aborto também não é uma decisão da mulher sobre o que fazer com seu corpo, dado que o feto que ela está gerando não faz parte de seu corpo, tem DNA próprio, é outro ser. Muitas mães são abandonadas pelos companheiros, não têm condições financeiras ou maturidade suficiente. Contudo, existem outras alternativas, como entregar o filho à adoção. Negar-lhe o direito à vida é repulsivo.
Isso posto, analisemos a prática do aborto: muitas vezes feito em condições insalubres, sem os equipamentos necessários, sem higiene e sem o acompanhamento de um profissional que garanta a segurança da mulher. O que era para ser uma morte cruel pode se transformar em duas. Exposta a toda sorte de infecções e complicações, a mulher corre o risco de morrer durante o procedimento mal feito. A legalização do aborto garantirá às mulheres o cuidado necessário com sua saúde e minimizará as perdas humanas. Não aumentará o número de abortos feitos, pois quem não tem coragem de matar um filho que ainda nem nasceu não o fará, independentemente de ser um crime ou não. Assim também será possível abrir uma discussão na sociedade a respeito do aborto e trabalhar em cima da conscientização das mulheres, tanto com relação a controle de natalidade, quanto à desumanidade do aborto. Sendo ilegal, torna-se um tabu. E nenhuma sociedade avança estando minada por bolsões de assuntos restritos e não esclarecidos.
Ser contra o aborto é diferente de ser contra sua legalização. Legalizar não estimula o aborto, mas minimiza as maneiras perigosas e ameaçadoras com que são feitos.
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