Nesse domingo aconteceu a 15° edição da Parada Do Orgulho GLBT de São Paulo. Sábado passado, dia 18, o evento marcante foi a Marcha Pela Liberdade, evento que reuniu milhares de pessoas em várias cidades do país. Essas manifestações revelam o leque de assuntos que a sociedade pede atenção, e mesmo que não alcancem as causas pelas quais lutam – como por exemplo a legalização da maconha ou a erradicação da homofobia – provocam reflexão, conversas, são um convite ao pensar.
É inspirador ver as imagens e ler os comentários dos militantes que circulam nos meios de comunicação com frases preciosas. “Anistia para os Bombeiros, cadeia para o Palocci”, “Liberdade para Amar” e “Estupro não é piada, machismo mata” são apenas algumas ideias levantadas em bandeiras nos eventos. Elas mostram que a galera da era digital não é uma “geração perdida”, mas tem ideais, coragem de reivindicar, e faz bom uso dos vastos meios de comunicação e informação disponíveis. Dentre os temas representados no movimento Marcha Pela Liberdade estão a condenação da homofobia, a greve dos bombeiros e sua prisão, o escândalo sobre o patrimônio do ex-ministro Palocci, o estupro, o respeito aos ciclistas no trânsito, a liberdade como um todo. Já na Parada Gay, o destaque foi a comemoração pelos casais homossexuais que assinaram recentemente um contrato de união estável.
É inegável que esses assuntos geram polêmica; nossos representantes políticos entram em acordo sobre eles (quando entram) apenas depois de muito esforço, e com a população não é diferente. Num país onde a marca maior é a miscelânea, as opiniões divergem de acordo com o contexto, a criação, as experiências e vivências pessoais. Isso por um lado é bom, pois só assim é possível a existência de discussões que levam a crescimento intelectual. Claro que, em contrapartida, infelizmente temos casos de desrespeito à opinião alheia, mas isso não pode abater os espíritos dos militantes. Que continuem as manifestações pacíficas, e que elas mobilizem cada vez mais pessoas, acordando para sua condição de cidadãs. E que essas manifestações incentivem cada vez mais a reflexões, conversas, concordâncias e, por que não, discordâncias. Isso faz parte do processo para crescermos como nação.
“Posso não concordar com uma só palavra sua, mas defenderei até a morte o seu direito de dizê-las" (Voltaire). Você pode ser contra a lei que torna homofobia um crime, achar um absurdo a legalização da maconha ou mesmo acreditar que as mulheres devem evitar se vestirem de maneira sensual pra não provocar estupros, mas deve, acima de tudo, respeitar e, por que não, admirar acontecimentos como essas manifestações que vêm ocorrendo. Afinal, a maior liberdade que pode existir é a de pensamento. Não deixe de exercê-la e respeitar quem também o faz. Como diz a música do Raimundos: “Deixa eu Falar”.
É inspirador ver as imagens e ler os comentários dos militantes que circulam nos meios de comunicação com frases preciosas. “Anistia para os Bombeiros, cadeia para o Palocci”, “Liberdade para Amar” e “Estupro não é piada, machismo mata” são apenas algumas ideias levantadas em bandeiras nos eventos. Elas mostram que a galera da era digital não é uma “geração perdida”, mas tem ideais, coragem de reivindicar, e faz bom uso dos vastos meios de comunicação e informação disponíveis. Dentre os temas representados no movimento Marcha Pela Liberdade estão a condenação da homofobia, a greve dos bombeiros e sua prisão, o escândalo sobre o patrimônio do ex-ministro Palocci, o estupro, o respeito aos ciclistas no trânsito, a liberdade como um todo. Já na Parada Gay, o destaque foi a comemoração pelos casais homossexuais que assinaram recentemente um contrato de união estável.
É inegável que esses assuntos geram polêmica; nossos representantes políticos entram em acordo sobre eles (quando entram) apenas depois de muito esforço, e com a população não é diferente. Num país onde a marca maior é a miscelânea, as opiniões divergem de acordo com o contexto, a criação, as experiências e vivências pessoais. Isso por um lado é bom, pois só assim é possível a existência de discussões que levam a crescimento intelectual. Claro que, em contrapartida, infelizmente temos casos de desrespeito à opinião alheia, mas isso não pode abater os espíritos dos militantes. Que continuem as manifestações pacíficas, e que elas mobilizem cada vez mais pessoas, acordando para sua condição de cidadãs. E que essas manifestações incentivem cada vez mais a reflexões, conversas, concordâncias e, por que não, discordâncias. Isso faz parte do processo para crescermos como nação.
“Posso não concordar com uma só palavra sua, mas defenderei até a morte o seu direito de dizê-las" (Voltaire). Você pode ser contra a lei que torna homofobia um crime, achar um absurdo a legalização da maconha ou mesmo acreditar que as mulheres devem evitar se vestirem de maneira sensual pra não provocar estupros, mas deve, acima de tudo, respeitar e, por que não, admirar acontecimentos como essas manifestações que vêm ocorrendo. Afinal, a maior liberdade que pode existir é a de pensamento. Não deixe de exercê-la e respeitar quem também o faz. Como diz a música do Raimundos: “Deixa eu Falar”.
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