sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Minha História

Ridículo o que um telefonema (ou a ausência dele) pode fazer com uma pessoa.
Terceiro post de hoje.Creio que tanto assunto vem da abstinência de msn e de uma certa droga viciante e energizante enflechada pelo Cupido...
Eu faria mais um post exagerado, egocêntrico e dramático, mas tudo isso se perdeu quando ouvi aquela maldita voz me desejando boa noite, me lembrando das promessas de sábado, me fazendo sorrir que nem uma idiota, e, principalmente, me fazendo perder o direcionamento desse post.Foco, Marina, foco.
Bom, o fato é que, em relação aos escritos anteriores, eu evoluí.Ganhei duas partidas de xadrez - e perdi duas - e o buraco pareceu se preencher de novo com a minha história, o que já é alguma coisa, apesar de não ser exatamente o certo.Eu ainda preciso descobrir como tampar eu mesma esses buracos, e sem recorrer ao blog pra tentar informar isso a algum desocupado que por via das dúvidas esteja lendo esse texto (texto?faz-me rir) estranho e centralizado na idéia ''eu''.Desculpem-me, por favor (porquê do plural, aliás?).Estou cansada, esgotada de provas, partidas e de mim mesma.Queria ser uma personagem dum livro, só um pouquinho.Policial, de preferência.Ou fantástico, aventura, até romance.

Definitivamente, preciso aprender a escrever a minha própria história.
Mãos a obra!

3 comentários:

Fernando disse...

Você já é personagem de um livro. Você e todos nós. Agora, se somos picarescos, burlescos, bizarros, quem - senão nós - poderá afirmar?

Marina disse...

Quem??
talvez as outras personagens que vivam dentro da gente...

Fernando disse...

Hmm.... sim! As outras personagens! haha... como não fui pensar nisso (gesto de tapa na testa, paf!)