Em meio a tribulações os detalhes tornam-se essencialmente importantes pra manter-nos ligados à realidade.
Saindo dos assuntos tensos dos últimos posts, oferto esse ao céu azul, claro mesmo à noite; à minha voz de radialista particular preferida, que me acalma, me seduz, me faz refletir e viajar; à árvore de Natal montada com meu irmão, às bolinhas que esse ano milagrosamente não sumiram, ao pisca-pisca que não queimou, à tosca e reluzente estrela no alto do nosso ''gigantesco'' pinheiro ''natural''; à fuga do bicho preto, também chamado de ''mamangava'' aqui em casa; às duas mensagens seguidas e animadoras que li logo pela manhã; ao violão, que mesmo um pouco desafinado, permanece com seu som inabalável nesse mundo onde tudo é feito pra não durar; ao Rubião, ao Quincas Borba homem e ao Quincas Borba cão, que me fizeram delicadamente ceder à placidez do colo de Morfeu quando a raiva ainda se agitava no meu peito; e principalmente a ela.Ela, com certeza, é muito mais do que um detalhe na minha vida.Meu refúgio, minha fortaleza, meu confessionário, meu Muro das Lamentações...aquela que ri comigo, de mim e pra mim; a única pessoa que arrasa no vídeo game só pra agradar um pirralho; aquela pessoinha menor que eu (nem tanto assim), mas que se incha de orgulho dessa destrambelhada aqui.
Mãe.
O maior de todos os detalhes que me fazem querer continuar viva.
Te amo tanto que nem sei dizer o quanto...
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
domingo, 29 de novembro de 2009
...
Como podem falar tão frivolamente de falsidade e se adequar a ela?
É justo quererem roubar o que eu sinto, a única coisa que preenche o oco da minha alma, por um capricho?E se não fosse um capricho, que lutasse, que brigasse, que corresse riscos como eu faço agora.Arrisco não uma, mas várias amizades em nome de um sentimento real, uma presença onipresente, um sonho que eu ouso tornar realidade.Um alguém que só me motiva a ser melhor, também vai ser a causa do rompimento de uma amizade?Não.Se a amizade se romper não será por causa desse alguém, ou do sentimento que eu guardo em mim, mas pela superficialidade alheia, da base mal estruturada de outras relações, da falta de diálogo, da infantilidade, da possessividade de outrem.
Podem argumentar, dizendo que é fácil jogar a culpa nas costas dos outros.Mas o fato é que eu também morro por dentro; não por remorso, por que eu sei que não fiz nada errado (amar não é errado), mas por ver uma amizade agonizar até a morte, ver uma pessoa querida sofrer e saber que ela me culpa por esse sofrimento, quando, na verdade, ela que não soube o que queria, não soube agarrar com força, se lançar na intensidade de um jogo que não é de cartas, mas é a vida real, com sentimentos reais, vontades, desejos reais.Parece cinismo que eu, a rainha do mundo do faz-de-conta, esteja aqui tentando dar lição de moral pra garota pé no chão da turma...Incoerente com a minha realidade isso...Mas totalmente aceitável sob o prisma que eu, independente do que fui, sou e serei, assumi o meu âmago, encontrei onde me apoiar, e lutei por ele.Fui franca, disso não me arrependo.E credito aqui que devo um tanto dessa minha coragem a ele, que me quis como eu sou, correu atrás, e teve fé tamanha que moveu as montanhas da minha covardia.Lutei e luto por ele.Ele é meu, e só ele pode me negar isso.
Não digo que sou adulta o suficiente para os ditames da sociedade, mas a meu ver só alguém adulto pode tomar decisões.E tomá-las implica também aceitar as consequências, corretas ou não, que a vida vai impor.Isso é acreditar no poder das escolhas, e acreditar que o caminho vale mais do que as pedras.Eu não o escolhi por que era a única opção, mas o fiz de forma consciente o bastante para que agora eu ainda persista nele, tendo ou não volta, apesar de todos os tropeços ao longo da estrada.
Eu o amo.
E nada vai tirar isso de mim.
A não ser ele mesmo.
Meu Mag ♥
nos arquivos do blog, existe isso: http://nina19-99meumundo.blogspot.com/2008/08/hum.html , meio que o ''início'' desse amor. Lembro que eu escrevi esse post aqui quase tão triste quanto agora...
É justo quererem roubar o que eu sinto, a única coisa que preenche o oco da minha alma, por um capricho?E se não fosse um capricho, que lutasse, que brigasse, que corresse riscos como eu faço agora.Arrisco não uma, mas várias amizades em nome de um sentimento real, uma presença onipresente, um sonho que eu ouso tornar realidade.Um alguém que só me motiva a ser melhor, também vai ser a causa do rompimento de uma amizade?Não.Se a amizade se romper não será por causa desse alguém, ou do sentimento que eu guardo em mim, mas pela superficialidade alheia, da base mal estruturada de outras relações, da falta de diálogo, da infantilidade, da possessividade de outrem.
Podem argumentar, dizendo que é fácil jogar a culpa nas costas dos outros.Mas o fato é que eu também morro por dentro; não por remorso, por que eu sei que não fiz nada errado (amar não é errado), mas por ver uma amizade agonizar até a morte, ver uma pessoa querida sofrer e saber que ela me culpa por esse sofrimento, quando, na verdade, ela que não soube o que queria, não soube agarrar com força, se lançar na intensidade de um jogo que não é de cartas, mas é a vida real, com sentimentos reais, vontades, desejos reais.Parece cinismo que eu, a rainha do mundo do faz-de-conta, esteja aqui tentando dar lição de moral pra garota pé no chão da turma...Incoerente com a minha realidade isso...Mas totalmente aceitável sob o prisma que eu, independente do que fui, sou e serei, assumi o meu âmago, encontrei onde me apoiar, e lutei por ele.Fui franca, disso não me arrependo.E credito aqui que devo um tanto dessa minha coragem a ele, que me quis como eu sou, correu atrás, e teve fé tamanha que moveu as montanhas da minha covardia.Lutei e luto por ele.Ele é meu, e só ele pode me negar isso.
Não digo que sou adulta o suficiente para os ditames da sociedade, mas a meu ver só alguém adulto pode tomar decisões.E tomá-las implica também aceitar as consequências, corretas ou não, que a vida vai impor.Isso é acreditar no poder das escolhas, e acreditar que o caminho vale mais do que as pedras.Eu não o escolhi por que era a única opção, mas o fiz de forma consciente o bastante para que agora eu ainda persista nele, tendo ou não volta, apesar de todos os tropeços ao longo da estrada.
Eu o amo.
E nada vai tirar isso de mim.
A não ser ele mesmo.
Meu Mag ♥
nos arquivos do blog, existe isso: http://nina19-99meumundo.blogspot.com/2008/08/hum.html , meio que o ''início'' desse amor. Lembro que eu escrevi esse post aqui quase tão triste quanto agora...
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Minha História
Ridículo o que um telefonema (ou a ausência dele) pode fazer com uma pessoa.
Terceiro post de hoje.Creio que tanto assunto vem da abstinência de msn e de uma certa droga viciante e energizante enflechada pelo Cupido...
Eu faria mais um post exagerado, egocêntrico e dramático, mas tudo isso se perdeu quando ouvi aquela maldita voz me desejando boa noite, me lembrando das promessas de sábado, me fazendo sorrir que nem uma idiota, e, principalmente, me fazendo perder o direcionamento desse post.Foco, Marina, foco.
Bom, o fato é que, em relação aos escritos anteriores, eu evoluí.Ganhei duas partidas de xadrez - e perdi duas - e o buraco pareceu se preencher de novo com a minha história, o que já é alguma coisa, apesar de não ser exatamente o certo.Eu ainda preciso descobrir como tampar eu mesma esses buracos, e sem recorrer ao blog pra tentar informar isso a algum desocupado que por via das dúvidas esteja lendo esse texto (texto?faz-me rir) estranho e centralizado na idéia ''eu''.Desculpem-me, por favor (porquê do plural, aliás?).Estou cansada, esgotada de provas, partidas e de mim mesma.Queria ser uma personagem dum livro, só um pouquinho.Policial, de preferência.Ou fantástico, aventura, até romance.
Definitivamente, preciso aprender a escrever a minha própria história.
Mãos a obra!
Terceiro post de hoje.Creio que tanto assunto vem da abstinência de msn e de uma certa droga viciante e energizante enflechada pelo Cupido...
Eu faria mais um post exagerado, egocêntrico e dramático, mas tudo isso se perdeu quando ouvi aquela maldita voz me desejando boa noite, me lembrando das promessas de sábado, me fazendo sorrir que nem uma idiota, e, principalmente, me fazendo perder o direcionamento desse post.Foco, Marina, foco.
Bom, o fato é que, em relação aos escritos anteriores, eu evoluí.Ganhei duas partidas de xadrez - e perdi duas - e o buraco pareceu se preencher de novo com a minha história, o que já é alguma coisa, apesar de não ser exatamente o certo.Eu ainda preciso descobrir como tampar eu mesma esses buracos, e sem recorrer ao blog pra tentar informar isso a algum desocupado que por via das dúvidas esteja lendo esse texto (texto?faz-me rir) estranho e centralizado na idéia ''eu''.Desculpem-me, por favor (porquê do plural, aliás?).Estou cansada, esgotada de provas, partidas e de mim mesma.Queria ser uma personagem dum livro, só um pouquinho.Policial, de preferência.Ou fantástico, aventura, até romance.
Definitivamente, preciso aprender a escrever a minha própria história.
Mãos a obra!
a menina que roubava livros
Narrado de maneira brilhante e excepcional por uma personagem...fascinante (dependendo do ponto de vista), esse livro tem como plano de fundo a Alemanha da Segunda Guerra Mundial.Com brilhante maestria, conta a saga de uma garota que descobriu o poder das palavras nas mãos do Führer, do seu amigo judeu escondido no porão, do seu papai e da sua mamãe, e em suas próprias mãos.
Uma obra bela e triste, que nos arrebata com a sugestiva última frase da narradora: ''Os seres humanos me assombram''.
A importância dos pequenos gestos que encerram em si toda a verdade da alma de quem os pratica, a arte do furto praticada por uma garota que mal sabe ler inicialmente, a fé, a vida, e a Morte, o amor.Tudo isso misturado nesse fascinante romance.
A seguir, duas intrigantes passagens do livro que deixarão, espero, um gostinho de ''quero-mais''.
''...AS SAUDAÇÕES NATALINAS DE MAX VANDERBURG:
- Muitas vezes, Liesel, eu gostaria que isso tudo acabasse, mas aí, de algum modo, você faz uma coisa como descer ao porão carregando um boneco de neve.''
''...Liesel observou o menino.Como as coisas haviam mudado, de ladrão de frutas a doador de pão!O cabelo louro de Rudy, embora mais escuro, parecia uma vela.Ela ouviu o estômago do amigo roncar - e ele estava dando pão às pessoas.
Seria isso a Alemanha?
Seria essa a Alemanha nazista?''
Recomendo xD.
Ideologia...eu quero uma pra viver!
É como se uma bomba-relógio estivesse tiquetaqueando dentro do meu peito, no lugar do coração.Me sinto, ao mesmo tempo, vazia e ameaçada por algum fantasma invisível.A angústia sem explicação me incomoda o suficiente para que as cores do céu estejam cinzentas, bem ao gosto da Morte.Assaltada por sentimentos alheios em um curto período de tempo, me dou conta do indizível oco dentro de mim, preenchido vez por outra por presenças que atuam como oxigênio na minha alma.Mas ainda sim o oco, com toda a força da palavra.
Tento preenchê-lo substituindo, como num jogo de xadrez, a dama pelas torres, bispos, cavalos.Nada, porém, tem a mobilidade, sutileza, beleza dela.Única, definidora de encruzilhadas, algo pelo qual vale a pena lutar, se sacrificar.Sem ela, a partida não tem o time certo, as jogadas não se combinam, e o xeque (mesmo que for mate) não tem o mesmo sabor.Perdê-la em defesa do rei é...aceitável.Perdê-la por um descuido causa esse buraco que eu sinto agora.
Uma maneira de tentar tapá-lo é me embriagando de histórias, apresentadas de diversas maneiras.Nenhuma, porém, me faz esquecer definitivamente a minha própria história; nenhuma aventura, suspense, romance, ação que eu acompanho fervorosamente a cada semana me faz diminuir o buraco.Esse, oculto sob as palavras, imagens, sons de outras personagens, aumenta gradativamente, e meu antídoto vira meu veneno.Um preço que eu, puerilmente, aceito pagar em troca de algumas páginas de emoção.
Preencher o vazio...Uma tarefa que eu preciso aprender sozinha, auto-didaticamente.Sem livros, músicas, amor ou amizade.Eu e meus pensamentos, vazios e silenciosos, secos, estéreis, com gosto de lágrima seca.Não se impressione, encarar-se, descobrir-se não é tão bonito quanto fizeram você acreditar.Mas tem suas compensações.
Eu espero.
Tento preenchê-lo substituindo, como num jogo de xadrez, a dama pelas torres, bispos, cavalos.Nada, porém, tem a mobilidade, sutileza, beleza dela.Única, definidora de encruzilhadas, algo pelo qual vale a pena lutar, se sacrificar.Sem ela, a partida não tem o time certo, as jogadas não se combinam, e o xeque (mesmo que for mate) não tem o mesmo sabor.Perdê-la em defesa do rei é...aceitável.Perdê-la por um descuido causa esse buraco que eu sinto agora.
Uma maneira de tentar tapá-lo é me embriagando de histórias, apresentadas de diversas maneiras.Nenhuma, porém, me faz esquecer definitivamente a minha própria história; nenhuma aventura, suspense, romance, ação que eu acompanho fervorosamente a cada semana me faz diminuir o buraco.Esse, oculto sob as palavras, imagens, sons de outras personagens, aumenta gradativamente, e meu antídoto vira meu veneno.Um preço que eu, puerilmente, aceito pagar em troca de algumas páginas de emoção.
Preencher o vazio...Uma tarefa que eu preciso aprender sozinha, auto-didaticamente.Sem livros, músicas, amor ou amizade.Eu e meus pensamentos, vazios e silenciosos, secos, estéreis, com gosto de lágrima seca.Não se impressione, encarar-se, descobrir-se não é tão bonito quanto fizeram você acreditar.Mas tem suas compensações.
Eu espero.
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
As Cores
Eu já não era meu nome, minha nacionalidade, qualquer conceito ou idéia.Me libertei, por alguns instantes, de tudo que me ligava a esse mundo de maneira racional, e só o que restou foi uma música ecoando por dentro, uma pulsação estranha, um caleidoscópio de cores.
Fiquei imersa na minha própria subjetividade, e mergulhei, aliviada.Tantas histórias sendo contadas continuamente, vozes e personagens, tudo cessou por um ínfimo momento.Ali, eu era apenas parte das cores que confabulavam secretamente, se misturavam e faziam surgir novas pigmentações.Nenhuma idéia, nenhum ódio, nenhum sentimento que não fosse aquele que surgia, pouco a pouco, sem dizer se era lindo ou terrível.
Metamórficas como as nuvens, as cores moldaram meus pensamentos, me levaram além da razão, me mostraram um surrealismo presente o dia todo nos diversos tons captados pela retina e que nos passam despercebidos...
A música, sob esse novo prisma, se mostrou mais do que ondas harmônicas.Era minha essência, matéria-prima do cerne, e não me tocava; ela era eu mesma; os instrumentos dali funcionavam no ritmo de meus próprios órgãos, me mantendo viva a cada sequência...
Quando prestei atenção naquele sentimento vindo gradativamente, tudo o mais ruiu.As cores, a música, as lembranças de outrora, a realidade sob meus olhos.Por um segundo de eternidade, essa emoção tomou forma, corpo, tinha meus olhos, minhas mãos, minha garganta, era a melodia, a coloração, o tudo.Doía e era belo, ao mesmo tempo.
Foi apenas quando despertei desse devaneio, no meio da aula, que eu percebi que o sentimento era saudade.E que as cores e a música me diziam pra continuar, apesar da nostalgia, apesar da saudade do que ainda viria, apesar das histórias sem fim se alimentando como fantasmas. Apesar de mim mesma.A saudade do que eu sou se alojou em mim, e ela me diz pra continuar.Todo o dia.
Fiquei imersa na minha própria subjetividade, e mergulhei, aliviada.Tantas histórias sendo contadas continuamente, vozes e personagens, tudo cessou por um ínfimo momento.Ali, eu era apenas parte das cores que confabulavam secretamente, se misturavam e faziam surgir novas pigmentações.Nenhuma idéia, nenhum ódio, nenhum sentimento que não fosse aquele que surgia, pouco a pouco, sem dizer se era lindo ou terrível.
Metamórficas como as nuvens, as cores moldaram meus pensamentos, me levaram além da razão, me mostraram um surrealismo presente o dia todo nos diversos tons captados pela retina e que nos passam despercebidos...
A música, sob esse novo prisma, se mostrou mais do que ondas harmônicas.Era minha essência, matéria-prima do cerne, e não me tocava; ela era eu mesma; os instrumentos dali funcionavam no ritmo de meus próprios órgãos, me mantendo viva a cada sequência...
Quando prestei atenção naquele sentimento vindo gradativamente, tudo o mais ruiu.As cores, a música, as lembranças de outrora, a realidade sob meus olhos.Por um segundo de eternidade, essa emoção tomou forma, corpo, tinha meus olhos, minhas mãos, minha garganta, era a melodia, a coloração, o tudo.Doía e era belo, ao mesmo tempo.
Foi apenas quando despertei desse devaneio, no meio da aula, que eu percebi que o sentimento era saudade.E que as cores e a música me diziam pra continuar, apesar da nostalgia, apesar da saudade do que ainda viria, apesar das histórias sem fim se alimentando como fantasmas. Apesar de mim mesma.A saudade do que eu sou se alojou em mim, e ela me diz pra continuar.Todo o dia.
domingo, 15 de novembro de 2009
Domingo
Os meus domingos costumavam ser cinzentos.
Antes eu até gostava bastante deles, por quê era o dia dos meus seriados favoritos.Isso na época que eu ainda assistia seriados.Domingo então era meu melhor dia.
Depois, eu tinha um meio motivo pra gostar dele.Mas eu me enjoava tão fácil...Por que, apesar de legais, meus domingos eram sempre parecidos.E isso cansa.Namorado sem criatividade é um porre ¬¬, por mais bonitinho e engraçado que ele seja.
Bom, o namoro acabo.Pra dizer o mínimo, os domingos ficaram horríveis!
Tediosos, estudiosos, cheios de letras e histórias apaixonantes e viajantes, mas que não eram minhas...
Ultimamente, porém, meus domingos são mais...
COLORIDOS
que lindo isso *-*
Nada de tédio, falta de criatividade, estresse.
Um pouco de cansaço, talvez, mas quem disse que não compensa?
♥
Viva os domingos felizes e estranhos de hoje em dia!
Que sejam longos.
Antes eu até gostava bastante deles, por quê era o dia dos meus seriados favoritos.Isso na época que eu ainda assistia seriados.Domingo então era meu melhor dia.
Depois, eu tinha um meio motivo pra gostar dele.Mas eu me enjoava tão fácil...Por que, apesar de legais, meus domingos eram sempre parecidos.E isso cansa.Namorado sem criatividade é um porre ¬¬, por mais bonitinho e engraçado que ele seja.
Bom, o namoro acabo.Pra dizer o mínimo, os domingos ficaram horríveis!
Tediosos, estudiosos, cheios de letras e histórias apaixonantes e viajantes, mas que não eram minhas...
Ultimamente, porém, meus domingos são mais...
COLORIDOS
que lindo isso *-*
Nada de tédio, falta de criatividade, estresse.
Um pouco de cansaço, talvez, mas quem disse que não compensa?
♥
Viva os domingos felizes e estranhos de hoje em dia!
Que sejam longos.
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Pão e Circo atual
Apesar da opinião contrária da minha vó, eu acho que eu assisto muita televisão.Sério.O pior é que eu admito o quanto ela (a TV, não a minha vó) é prejudicial com seu fluxo contínuo de imagens sem filtros, e mesmo assim às vezes ainda me rendo ao seu apelo ''familiar''.Ou seja, eu mesma admito o quanto é irresistível se entregar a certos ''besteirols'' engraçados.
Bom, não quero dar exemplos de imagens e diálogos ridículos e degradantes (isso é o que menos falta a quem fica na frente da telinha no horário ''nobre''), mas é inevitável pra mim não comparar a cultura difundida pelo país afora pelo meio de comunicação mais eficaz com a política do pão e circo da Roma Antiga.
Utilizando-se de artifícios que emburrecem a massa, acaba-se com a individualidade pensante, detona-se o ânimo das revoluções, impede-se que a população reaja contra o governo dominante.O Estado, contando com o baixo desenvolvimento intelectual do povo, amortecido por culturas e espetáculos sórdidos, pode ser livre para subjulgá-lo, sem resistência. As idéias da população são abatidas como animais por novelinhas que parecem babacas, mas na verdade são verdadeiros gladiadores de conceitos éticos.
Sem uma bagagem cultural mínima, sem estudo, sem reflexão, o temor nunca estará no lugar certo.O governo deve temer seu povo, e não o povo temer seu governo.
ps: não generalizei toda a programação televisiva, existem coisas ''filtráveis''.E não me excluí, de forma alguma, da população passiva que se anestesia.Eu só tento lutar contra isso, e a partir de mim mesma.
Indicação de filme: ''V de Vingança''
Bom, não quero dar exemplos de imagens e diálogos ridículos e degradantes (isso é o que menos falta a quem fica na frente da telinha no horário ''nobre''), mas é inevitável pra mim não comparar a cultura difundida pelo país afora pelo meio de comunicação mais eficaz com a política do pão e circo da Roma Antiga.
Utilizando-se de artifícios que emburrecem a massa, acaba-se com a individualidade pensante, detona-se o ânimo das revoluções, impede-se que a população reaja contra o governo dominante.O Estado, contando com o baixo desenvolvimento intelectual do povo, amortecido por culturas e espetáculos sórdidos, pode ser livre para subjulgá-lo, sem resistência. As idéias da população são abatidas como animais por novelinhas que parecem babacas, mas na verdade são verdadeiros gladiadores de conceitos éticos.
Sem uma bagagem cultural mínima, sem estudo, sem reflexão, o temor nunca estará no lugar certo.O governo deve temer seu povo, e não o povo temer seu governo.
ps: não generalizei toda a programação televisiva, existem coisas ''filtráveis''.E não me excluí, de forma alguma, da população passiva que se anestesia.Eu só tento lutar contra isso, e a partir de mim mesma.
Indicação de filme: ''V de Vingança''
terça-feira, 3 de novembro de 2009
Quase conto
Um porta-retrato que literalmente faz seu dono viajar nas fotos.
Um garoto e um velho, destinos que se entrelaçam num ciclo sem início nem fim.
Uma traição, uma dúvida, uma decisão que pode mudar para sempre a existência de Henrique.
Memórias presas por uma maldição que luta para se cumprir.
Esses são os ingredientes dum quase conto escrito em parceria com um alguém muito talentoso.Você leria?;D
Um garoto e um velho, destinos que se entrelaçam num ciclo sem início nem fim.
Uma traição, uma dúvida, uma decisão que pode mudar para sempre a existência de Henrique.
Memórias presas por uma maldição que luta para se cumprir.
Esses são os ingredientes dum quase conto escrito em parceria com um alguém muito talentoso.Você leria?;D
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