sexta-feira, 18 de julho de 2008

Testemunho Patético de uma Adolescente com RAIVA

Como explicar a raiva?
Algo que surge do nada ou uma reação patológica de alguma outra ação provocada por terceiros?
Pouco me importa.Em minha cabecinha egoísta o fato relevante é que simplesmente estou com MUITA raiva.Poderia inclusive deixar aflorar meu lado homicida e dar vazão a toda essa fúria que me consome por dentro enquanto teclo aqui no computador.Mas acho que me contento simplesmente em descrevê-la com total exatidão e assim tentar "extravazar".Muito bem, vamos aos fatos!
Sucedeu-se que depois de uma briga relativamente leve com minha genitora pelo telefone senti uma coisa não muito nobre vir à tona e junto a ela alguns instintos menos nobres ainda (se bem que algumas pessoas ainda consideram a morte como uma arte) se apoderaram de mim.Calma!Não assassinei ninguém, apenas tentei segurar ao máximo as lágrimas pesadas de saírem do meu corpo.Insistentes, viu?Mas consegui contê-las e me vi com a raiva dobrada depois disso.Qual foi minha idéia para descarregar depois disso?Escrever, muito bem!OK.Estou mais calminha agora, mas isso não significa, dna. Cristina, que eu já tenha te perdoado por me manter em casa nessa bela tarde de Sol.Aproveitando esse tempo livre, acho que vou fazer a ùnica coisa que ninguèm pode me impedir, uma coisa que não preciso pedir permissão pra ninguém.Vou...(adivinha?)...é, vou escrever um pouquinho.

Um comentário:

Fernando disse...

Pois escreva sempre que se sentir presa. A fluidez das palavras evidencia a força do dentento ao libertar-se!