"É dele a mão que eu seguro quando a ponte quebra.É pra ele que eu olho num mudo pedido de socorro.É a voz dele que eu quero ouvir quando estou nas trevas.É na direção dele que, com medo, eu corro.
Sei que quando eu choro é ele que enxuga minhas lágrimas.Nem sempre fisicamente, mas com lembrança quase tangível.Conheço suas contradições, baixas e elevações.Mesmo consciente das varias facetas ocultas e nem sempre belas, ainda o amo.E encontro no calor de seu abraço, na sua palavra amiga, na sua presença (presente até na ausência) a essência da confiança."
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